O pastrami já conquistou fãs um pouco por todo o País e há uma razão simples para isso. A carne passa por um processo demorado, com cerca de 12 dias em salmoura, antes de ser esfregada com especiarias e cozinhada a baixa temperatura. Só depois chega ao pão, acompanhada pelos molhos que completam a sandes. O resultado é húmido, saboroso e inesquecível.
Um dos nomes mais conhecidos destas sandes de inspiração judaica é o Let’s Pastrami, projeto criado em Lisboa, em 2024, por três amigos russos, Maxim Letunovskiy, Irina Letunovskaya e Sergey Pushkin. Agora, o conceito prepara-se para sair da capital e instalar-se temporariamente em Cascais, com uma pop-up na Holy Wine.
A iniciativa decorre entre 27 de março e 26 de abril. Durante esse período, o espaço funciona de sexta-feira a domingo, entre as 12 e as 22 horas, ou até esgotar.
No menu estão algumas das sandes mais populares da marca. É o caso da Mustard Classic (13,2€/18,2€), com mostarda e pickles, da Parisienne (15,2€/20,2€), com cebola caramelizada, queijo da ilha, salada de couve e pickles, ou da Reuben (14,2€/29,2€), com extra de queijo.
Há ainda opções como a Spicy Kimchi (14,5€/19,5€), com molho picante de malaguetas habanero, a Rachel (13,7€/18,7€), com pastrami de peru, e a Vegetarian (13,7€/18,7€), com couve-flor fumada. Para acompanhar, pode pedir batatas fritas (5€), cocktails como bloody mary (11€), cervejas Dois Corvos (2,7€/6€) e vinhos da Holy Wine.
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