Desde 2019, o Crows já tinha conquistado o seu lugar na noite em Cascais. No entanto, a 6 de fevereiro iniciou uma nova fase. O que era conhecido como um bar de rock deu agora lugar a um conceito centrado no universo do desporto, sem perder a ligação à música. Além disso, passa a contar com a colaboração de Henrique Rosa, considerado chef do ano pelos prémios NiC, que apresenta pela primeira vez uma carta inspirada nos clássicos americanos.
A oportunidade surgiu pelas mãos de João Vital, um dos sócios da Bodega Brava e antigo sócio do Crows Bar. Desde a abertura do restaurante, depois da hora de fecho, à meia-noite, os clientes ganharam o hábito de prolongar a noite no Crows. Foi aí que nasceu a ideia de unir as duas empresas e os respetivos sócios, que agora são os mesmos em ambos os negócios. “Ficam ao pé um do outro e complementam-se na oferta. Por isso, fazia todo o sentido caminharmos nesta direção”, explica o responsável de 42 anos.
O nome do espaço surgiu após uma viagem de João Vital à Califórnia. “Não estava à espera, mas haviam bastantes corvos e uma caraterística muito forte nestas aves, é precisamente o barulho.” Quando regressou a Portugal, sentiu falta desse som e decidiu abrir um bar inspirado nessa experiência. “Queria fugir à má reputação associada aos corvos e contrapor com a sua astúcia e sabedoria.”
Quando abriu, em 2019, o conceito assentava na cultura de rock bar, onde por vezes passava desporto na televisão. “Com a renovação quisermos manter o ambiente focado na música, apesar de já não ser rock e transformá-lo num sports bar.” Desde 6 de fevereiro é possível assistir a diferentes modalidades numa das cinco televisões do espaço.
Com a mudança de conceito, a decoração também sofreu alterações. “Mantivemos algumas peças que nos foram dadas pelos próprios clientes. O espaço já tem alguma história, por isso não queríamos perder esta essência.” As paredes foram revestidas com azulejos tipo tijolo e desenho das mesas da sala foi totalmente repensado. O espaço inclui ainda referências que vão da música ao desporto, entre guitarras, bolas de rugby e capacetes de futebol americano.
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As obras de adaptação decorreram durante 20 dias e o período até à reabertura foi intenso. “Não sabíamos quando as obras iam terminar, mas felizmente estivermos abertos para o Super Bowl e as Six Nations”, refere.
A par do novo conceito de sports bar, o Crows apresenta uma nova carta assinada pelo chef Henrique Rosa. “Quisemos fugir aos típicos nachos com queijo e batatas fritas que se encontra habitualmente neste tipo de bares. O nosso objetivo era trazer comida a sério que se pudesse comer com as mãos.”
O chef definiu o que queria para o menu e inspirou-se nos clássicos da cultura americana. A refeição pode começar com amendoins salgados (2€) e incluir nachos com guacamole (12€) ou asas de frango com molho BBQ (9 unidades 13€ e 18 unidades 22€) para partilhar.
Para quem prefere uma opção rápida e leve, há duas tostas: a de atum com mozarela e molho de manga (13,5€) e a de pepperoni com queijo americano (13,5€). O destaque vai para o hambúrguer, com o tradicional cheeseburger (12€) com 200 gramas de Angus, queijo americano e pickles.
Os apreciadores de carne podem optar pelo philly cheesesteak (15€) com cebola caramelizada e queijo, ou pelo entrecosto BBQ cozinhado a baixa temperatura (15€).
A carta de bebidas mantém-se e inclui clássicos como “luck is an attitude” (12,5€), com tequila, sumo de limão, martini bianco e ananás, e o “capitão Jack Sparrow” (10€), com ginger beer, sumo de lima, hortelã e menta.
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