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Os nossos vestidos favoritos dos anos 70 estão de volta — com muitas formas e cores

Os modelos ajudam a disfarçar várias inseguranças e favorecem silhuetas. Reunimos opções a partir de 19,99€.
No street style.

À partida, a matemática não estava entre as grandes prioridades de vida dos hippies nos anos 60 e 70. Porém, isso não impediu que as geometrias se tornassem uma parte fundamental dos seus looks.. Sem esquadra ou compasso, os pioneiros da contracultura transformaram as formas abstratas e os padrões com todo o tipo de linhas e ângulos numa espécie de uniforme. E, mesmo que não fosse essa a intenção, acabaram por influenciar as massas.

Há vários motivos que levaram a este gosto ousado. Muitas destas comunidades eram influenciados pela cultura indiana, que apresentavam este tipo de desenhos nas suas artes e tapeçarias. Outros, que eram fãs de propostas mais psicadélicas, viam nos visuais geométricos uma ligação a esse estilo, muito através de cartazes de concertos ou capas de álbuns.

Ainda assim, a maioria das pessoas que viveu naquela época escolhia estes padrões porque combinavam na perfeição com as silhuetas fluidas que estavam por todo o lado. Curiosamente, a máquina do tempo (que já nos trouxe as saias dos anos 80 e as calças dos anos 2000) não trouxe apenas estes vestidos vaporosos, mas também o grafismo que os marcava naquela altura.

A verdade é que 2024 está a tornar-se o ano dos estampados. Após o regresso do padrão leopardo e dos clássicos florais, as geometrias também estão a dominar esta estação. Vemos a influência do estilo em todo o tipo de peças, chapéus e até óculos de sol, mas é nos vestidos que as linhas, os quadrados e os triângulos mais têm assumido o protagonismo.

Entre as propostas para a primavera-verão desde ano, a Chanel recriou o clássico tailler através do xadrez em tons contrastantes, enquanto a Fendi misturou transformou os vestidos num jogo de Tetris em tons de terra. Até as propostas masculinas da Giorgio Armani contaram com coletes, casacos e T-shirts com todo o tipo de formas e de cores misturadas.

Dependendo do padrão específico, estes modelos podem ajudar a disfarçar áreas problemáticas do corpo. Muitas vezes, distraem o olhar de curvas indesejadas ou outros desequilíbrios de proporção, criando uma silhueta mais equilibrada. Ao mesmo tempo, permitem manter uma aparência contemporânea e arrojada — sim, mesmo sendo um estilo do passado.

Todos os tipos de corpo mais magros ou retangulares, podem apostar nas formas mais estruturadas para complementar as suas características. Uma das melhores sugestões é optar por tecidos nítidos e silhuetas mais construídas, ajudando a criar a ilusão de uma silhueta mais curvilínea e feminina.

As linhas e as formas destes vestidos também podem alongar a figura, tornando-os uma escolha lisonjeira para mulheres altas e magra. Como enfatizam a elegância, também vão ser ideais para mulheres com quadris mais largos, caso escolham padrões que enfatizam a parte superior do corpo. Um modelo mais curto, por exemplo, vai ajudar.

Para combinar o modelo, pode optar por complementos simples, para manter o foco no vestido, ou escolher cores que complementem os tons do próprio vestido. Se quiser acrescentar mais padrões ao look, pode optar por estampados que harmonizem com o desenho geométrico do vestido.

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